quarta-feira, 5 de novembro de 2008
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Apenas texto.
Gosto de [te] dar amor, vida, pele, ar, música, sufoco, coração. De [te] fazer feliz, de [te] fazer rir, sorrir, chorar, sentir, sentir-me, sentir[es-te]-se amado, livre, leve, bem. Gosto de proteger, de mimar, de agarrar e não largar, e brincar, rir, gritar, sussurrar, respirar no pescoço e respirar na alma. Gosto de morder a pele e ver os olhos fecharem-se com o arrepio. Gosto de passar os dedos no [teu] cabelo e no [teu] corpo e senti-lo acordar para mim, e o [teu] coração a bater forte e a passar na minha pele, como se fosse(s) meu. Gosto de entrelaçar a minha mão na tua, e tornar-me parte de ti nesse momento. Nesse pequeno momento. Gosto das palavras, da tua vida, do teu amor, meu amor. Gosto do toque da tua alma ao envolver-se na minha, e dos nossos corpos a misturarem-se, sem saber qual é qual, quem é quem. Gosto quando o resto do mundo desaparece e ficas só tu e eu. Comigo, contigo. Gosto de dizer-te "Fica Comigo". E de sentir, e dizer-te, que sou tua, só tua. Gosto do nosso amor. Gosto de ti. Gostava que estivesses aqui comigo, agora. Não posso viver de memórias, meu amor. Mas posso viver de sonhos. Pelo menos até que uma realidade nova me convença. Quando fecho os olhos, perco-me em ti e nem sabes quanto me toca o teu olhar, a tua voz, o teu cheiro, o teu riso. A tua presença, meu amor, a tua presença...
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Coize.
Sorriso, olhar, voz, toque, cheiro, pele.
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Acto de estupidez.
Um sei o quê que varia. Um querer-te aqui e longe. Perto, muito perto, mas afasta-te. Não estou indecisa. Apenas não me deixas tomar a decisão que escolhi. E que dizes ansear.
"Um num não sei quê, que nasce não sei onde,
vem não sei como e dói não sei porquê."
Fase Intermédia / Final ( 06.06.2008 ) :
Vontade, como se por momentos te vivesse outra vez. Gostava de poder tocar-te de novo. Daquela forma tão nossa. Gostava que te aproximasses de mim, daquela forma tão tua, com aquele olhar tão teu, com aquele teu saber deixar-me fraca, e aquele aproximar do teu beijo, onde quer que fosse, que me preenchia, que me fazia sentir-me quentinha e protegida. Só o aproximar da tua pele, do teu toque… só sentir a tua respiração perto do ouvido, do pescoço… Fazias-me fraca. Nunca ninguém me tinha feito assim, fraca. E, contudo, és tão menos forte que eu. Tenho vontade de nós. Aquela vontade nossa, que sabes como era. Aquele NÓS! Fazes-me falta. O nosso amor faz-me faça. Mas não me resta mais que aprender a viver com isso e seguir em frente. E é isso que vou fazer. "Há de haver um outro alguém."
Fim ( 29.06.2008 ) :
Eu amo-te. E contudo só me resta deixar-te ir, assistir à tua partida do lado de fora da tua vida. Vais ficar aqui guardado durante algum (talvez muito) tempo. Vou chorar por ti, vou adormecer e acordar contigo no peito em segredo. Foste quem mais me deu, mas também foste quem mais me tirou. E nós já não é uma opção que me pareça justa nem razoável considerar. Agora és tu no teu mundo, eu sem parte do meu. Separados, duas pessoas. Acabou. E eu aceito o fim. Só me resta deixar de senti-lo. Deixar de sentir-te. Ligar-me a outras pessoas, a outros mundos, e esperar que o tempo trate do que tem a tratar. Hoje não tenho força para tratar eu disso.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
sábado, 29 de dezembro de 2007
Whispering
Cais-me das mãos. Cai-me tudo das mãos. Com elas te estendia a caixinha de sonhos em que te [me] trazia. Não sei já se sou só eu que me agarro ou se ainda me seguras. Caíste-me mas ainda te sustenho no peito, que ainda te respira e te anseia. Há vontades que falam mais alto. A vontade de te ter de volta grita. Mas ecoa nas paredes e volta a mim, tão veloz que me derruba, uma e outra vez. Não vás. Não…
Já foste.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Tanque [Ornatos Violeta]
Que é estar pronto pra dormir
Abre a porta e vê se o mundo ainda é teu
Cedo vai-nos dar razão
Como a vida nos convém
Cedo irá arder nas minhas mãos
Não vejo um homem para trás
Não vejo medo para trás
Não vejo portas para trás
Meu mal é ver que eu vou bem
Todo o mal e todo o bem
Cedo voltará nós
Inocente e trágica lição
Se uma vida não chegar
Hei-de ter cem vidas mais
Quantas mais ditar o coração
Não vejo estrada para trás
Não vejo medo para trás
Não há mais nada para trás
Estranha forma de acordar
Que é estar pronto pra dormir
Abre a porta e vê se o mundo ainda é teu
Cedo vai-nos dar razão
Como a vida nos convém
Cedo irá arder nas tuas mãos
Meu mal é ver que eu vou bem
domingo, 7 de outubro de 2007
Post Novo
Este é o 'desafio da página 161' e estas são as regras:
1. Pegar no livro mais próximo
2. Abri-lo na página 161
3. Procurar a 5ª frase completa
4. Colocar a frase no blog
5. Não vale procurar o melhor livro que têm, usem o mais próximo
6. Passar o desafio a cinco pessoas.
Resultado:
"Seguem-no os que ficaram, e o temor
Lhe dá, não pés, mas asas à fugida."
-Batalha de Aljubarrota - Os Lusíadas
Luís de Camões
Ainda não a decifrei.
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
[post por acabar. unfinished business.]
sábado, 25 de agosto de 2007
4 vozes. 4 palavras. 4 vidas. Cubículos.
Aleera
Hinamotto
Ponto Final
Shech[q]o
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
post não artístico, apenas de auto-reflexão e uma ligeira conotação desopressiva
mostraste-me o melhor de mim, pare me dares a seguir o pior de ti. não me és. mas o teu cheiro permanece. infelizmente. não te encontro na razão. nem sabia que tinhas entranhado.
terça-feira, 21 de agosto de 2007
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
Ergo a minha fúria como uma bandeira de orgulho, com a diferença de que, a esse, não o encontro agora. Não encontro muita coisa, na verdade. e hoje, não defronto o que queria, porque não chega. Fui traída pelo meu querer e pelo meu achar.
Afinal não podia ser apenas simples.
[no more words found now]
sábado, 28 de julho de 2007
foo fighters-best of you
I've got another confession to make
I'm your fool
Everyone's got their chains to break
Holding you
Were you born to resist?
Or be abused?
Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?
Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?
Or are you gone and on to someone new?
I needed somewhere to hang my head
Without your noose
You gave me something that I didn't have
But had no use
I was too weak to give in
Too strong to lose
My heart is under arrest again
But I'll break loose
My head is giving me life or death
But I can't choose
I swear I'll never give in
I refuse!
Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?
Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?
Has someone taken your faith?
It's real, the pain you feel
Your trust?
You must confess
Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?
Has someone taken your faith?
It's real, the pain you feel
The life, the love you'd die to heal
The hope that starts the broken heart
Your trust? You must confess
Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?
Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?
I've got a another confession, my friend
I'm no fool
I'm getting tired of starting again
somewhere new
Were you born to resist or be abused?
I swear I'll never give in - I refuse!
Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?
Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?
Has someone taken your faith?
It's real, the pain you feel
Your trust?
You must confess
Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?
sexta-feira, 27 de julho de 2007
ai!
SUA PITCHA!
CULO!
MARUFA!
AIXKIVAX!
JAMXKECI!
YA~! UOXINOXIKARÔÔ!
e é assim que tenho vivido... =)
AMO-VOS SUAS TCHONAS E PICHAS ESGROVIADAS!
posted by: Tchona Macarrona!
quinta-feira, 19 de julho de 2007
segunda-feira, 16 de julho de 2007
quinta-feira, 12 de julho de 2007
quarta-feira, 11 de julho de 2007
sexta-feira, 6 de julho de 2007
Culpa, pena…penumbra
Ah! Quero mover-me mais depressa! Saber para onde vou!
O mundo está nas tuas mão! Devolve-mo! Se tiver que ser magoada, que não seja por ti.
E não, não vou por aí! Não quero ir por aí! Não me chamem! Não me chorem!
Quem chora hoje sou eu! E aclamo o meu nome! O teu, escrito em meus olhos, não é mais que uma mísera alucinação. Voltaste? Ah! Para mim não. Continuas lá. Eu haveria de sobreviver. Eu hei-de sobreviver. Move-te mais rápido se queres acompanhar-me. Vá, move-te. Eu vou hoje mover-me mais rápido! E sobreviver! E subitamente um pedacinho do Mundo já está nas minhas mãos.
Não, já disse que não! Nego-me a ir por aí. Afirmo-me. Não preciso, não quero que tentes salvar-me. Pesadelo? Não é um pesadelo. Eras tu, coisa. Mas deixarás de ser. Podes tocar-me. Mas não me farás fria como tu. Chove? Muito, ainda. Mas levantei um guarda-chuva. Ainda que rompido e rasgado, tenho-o, e vou usá-lo.
A tua imagem não é tua. E não te diz para onde ir. Não sou eu que estou perdida. És tu. Pára! De te agarrar a quem vês. Vê-te a ti mesmo, agarra-te a ti mesmo. Deixa-me. Deixa-nos. Liberta-te e liberta-nos. Se preferia não ter crescido, agora que não posso ser criança de novo, anseio crescer em liberdade, em espírito, engrandecer-me.
Nego-me por aí. Afirmo-me por aí.
Procura-te! Eu também me procurei.
terça-feira, 3 de julho de 2007
Vieste para assolar e aniquilar. Para que seres como eu se perdessem algures por aí!
Ah...mais que um mero mortal! Vieste para eu te querer! E eu quis-te! E agora quem se assola sou eu.
A canção repete-se, ao som de guitarras e tambores. Palavras nocivas. Actos nocivos.
Tremendo isolamento!
Comprimidos para a loucura? A alienação e insânia que se apossam de mim não advieram da minha tenra idade. Foste tu, coisa, doença cruel e pungente, que me concedeste a debilidade para me auto-reprimir e aquilatar.
E agora? Levaste-me contigo e já nem sabes onde me guardaste. Nem queres saber.
Segura-me. Ou então larga-me de uma vez.
domingo, 1 de julho de 2007
quarta-feira, 27 de junho de 2007
endereçado. "desde um dia"
não despega.sempre. desde um dia. maldito dia. malditos meses. malditas conversas. tenho saudades, de qualquer forma. de muita coisa. até de acreditar, acho eu. mas tenho mais saudades da altura em que não acreditava, e não dava importância, em que nem chovia, até. em que via aquilo no olhar de outro alguém (que não tu. esse alguém sim, tinha brilho!) que, entretanto, vai desaparecendo.
sábado, 23 de junho de 2007
Enfim...

nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham!
Chiclet.Ora bem, uma chiclete. Pode ser de morango, mentol, tutti-fruti,maçã, ou até coca-cola. E há ainda as do epá (como a que estou a mastigar agora). Há quem goste das de canela, mas eu cá detesto. As chicletes são engraçadas. Podemos mastigar (nao gosto da palavra mascar) durante horas, fazer bolinhas com elas, brincar, e depois... atiramo-as, deitamo-as fora. São descartáveis, no fundo.Usam-se e deitam-se fora. E depois avançamos para a próxima chiclet. Por vezes sinto-me um pouco como uma chiclet. De que sabor serei? Acho que sou de canela...