sábado, 28 de julho de 2007

foo fighters-best of you




I've got another confession to make
I'm your fool
Everyone's got their chains to break
Holding you
Were you born to resist?
Or be abused?
Is someone getting
the best, the best, the best, the best of you?
Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?
Or are you gone and on to someone new?
I needed somewhere to hang my head
Without your noose
You gave me something that I didn't have
But had no use

I was too weak to give in
Too strong to lose
My heart is under arrest again
But I'll break loose
My head is giving me life or death
But I can't choose
I swear I'll never give in
I refuse!


Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?
Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?
Has someone taken your faith?
It's real, the pain you feel
Your trust?
You must confess
Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?


Has someone taken your faith?
It's real, the pain you feel
The life, the love you'd die to heal
The hope that starts the broken heart

Your trust? You must confess
Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?
Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?


I've got a another confession, my friend
I'm no fool
I'm getting tired of starting again
somewhere new
Were you born to resist or be abused?


I swear I'll never give in - I refuse!


Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?
Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?
Has someone taken your faith?
It's real, the pain you feel
Your trust?
You must confess
Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?


sexta-feira, 27 de julho de 2007

ai!

SUA TCHONA!

SUA PITCHA!

CULO!

MARUFA!

AIXKIVAX!

JAMXKECI!

YA~! UOXINOXIKARÔÔ!


e é assim que tenho vivido... =)

AMO-VOS SUAS TCHONAS E PICHAS ESGROVIADAS!

posted by: Tchona Macarrona!

quinta-feira, 19 de julho de 2007

AMANHÃ, SÁBADO, DIA 21 DE JULHO, ESPECTÁCULO DE DANÇA DA ACADEMIA CENTRO DO CORPO!

É FIXE, É BARIL! É IN! É UM MÁXIMO! É...É MAGIA! EU ESTOU LÁ! [que remédio...]. VENHA TAMBÉM!

segunda-feira, 16 de julho de 2007

[Afinal] Não era poema.

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Sexta- Feira, dia 13, 3:44 h.
Acho que me sinto bem.
Acho que me sinto livre.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

E PUM! LIFE PUNCHED ME!

Laços
corrompidos
talvez
perdidos
por aí.

Não
será
mais
o mesmo.

sexta-feira, 6 de julho de 2007

“Não hei-de ser vulgar!”. Não quero ser mais uma.
Culpa, pena…penumbra
Ah! Quero mover-me mais depressa! Saber para onde vou!
O mundo está nas tuas mão! Devolve-mo! Se tiver que ser magoada, que não seja por ti.
E não, não vou por aí! Não quero ir por aí! Não me chamem! Não me chorem!
Quem chora hoje sou eu! E aclamo o meu nome! O teu, escrito em meus olhos, não é mais que uma mísera alucinação. Voltaste? Ah! Para mim não. Continuas lá. Eu haveria de sobreviver. Eu hei-de sobreviver. Move-te mais rápido se queres acompanhar-me. Vá, move-te. Eu vou hoje mover-me mais rápido! E sobreviver! E subitamente um pedacinho do Mundo já está nas minhas mãos.

Não, já disse que não! Nego-me a ir por aí. Afirmo-me. Não preciso, não quero que tentes salvar-me. Pesadelo? Não é um pesadelo. Eras tu, coisa. Mas deixarás de ser. Podes tocar-me. Mas não me farás fria como tu. Chove? Muito, ainda. Mas levantei um guarda-chuva. Ainda que rompido e rasgado, tenho-o, e vou usá-lo.

A tua imagem não é tua. E não te diz para onde ir. Não sou eu que estou perdida. És tu. Pára! De te agarrar a quem vês. Vê-te a ti mesmo, agarra-te a ti mesmo. Deixa-me. Deixa-nos. Liberta-te e liberta-nos. Se preferia não ter crescido, agora que não posso ser criança de novo, anseio crescer em liberdade, em espírito, engrandecer-me.

Nego-me por aí. Afirmo-me por aí.

Procura-te! Eu também me procurei.

terça-feira, 3 de julho de 2007

Devolve-me a mim! Roubaste-me o meu mundo, e tens-no nas tuas mãos!
Vieste para assolar e aniquilar. Para que seres como eu se perdessem algures por aí!
Ah...mais que um mero mortal! Vieste para eu te querer! E eu quis-te! E agora quem se assola sou eu.

A canção repete-se, ao som de guitarras e tambores. Palavras nocivas. Actos nocivos.
Tremendo isolamento!

Comprimidos para a loucura? A alienação e insânia que se apossam de mim não advieram da minha tenra idade. Foste tu, coisa, doença cruel e pungente, que me concedeste a debilidade para me auto-reprimir e aquilatar.

E agora? Levaste-me contigo e já nem sabes onde me guardaste. Nem queres saber.

Segura-me. Ou então larga-me de uma vez.

domingo, 1 de julho de 2007

Why can't i be perfect?

...

quarta-feira, 27 de junho de 2007

endereçado. "desde um dia"

a cidade está morta. escura, deserta, triste. e sobre ela nuvens negras. lembram-me sombras. tão escuras... e chove. se chove...que tempestade!. só não sei ainda se é lá fora ou CÁ dentro. nem sei se quero saber... talvez não seja importante. o que importa é que chove. e chove tanto que não posso sair de casa. nem mesmo abrir as janelas. estranho é que mesmo não saindo, sinto ao vendaval. sobretudo o vento. os ruídos que arrasta, a pressão que exerce. é forte! se é! quase me leva com ele. e sopra de todas as direcções. sim, acho que não é como pensei que seria. como me fizeram acreditar que seria. ou será que eu me fiz acreditar? não. fizeram-me acreditar.de qualquer forma, já não importa. continuo a tentar, mesmo sem acreditar. por isso não importa.

não despega.sempre. desde um dia. maldito dia. malditos meses. malditas conversas. tenho saudades, de qualquer forma. de muita coisa. até de acreditar, acho eu. mas tenho mais saudades da altura em que não acreditava, e não dava importância, em que nem chovia, até. em que via aquilo no olhar de outro alguém (que não tu. esse alguém sim, tinha brilho!) que, entretanto, vai desaparecendo.

sábado, 23 de junho de 2007

Enfim...


nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham! nham!


Chiclet.Ora bem, uma chiclete. Pode ser de morango, mentol, tutti-fruti,maçã, ou até coca-cola. E há ainda as do epá (como a que estou a mastigar agora). Há quem goste das de canela, mas eu cá detesto. As chicletes são engraçadas. Podemos mastigar (nao gosto da palavra mascar) durante horas, fazer bolinhas com elas, brincar, e depois... atiramo-as, deitamo-as fora. São descartáveis, no fundo.Usam-se e deitam-se fora. E depois avançamos para a próxima chiclet. Por vezes sinto-me um pouco como uma chiclet. De que sabor serei? Acho que sou de canela...

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Acho que vou ter saudades até do Esquilo...

OLH'Ó ESQUILO!!!!!!!!!!!!!
FÉRIAS!

sábado, 26 de maio de 2007

entra!
há espaço p'ra ti.guardei-te um lugar.
não deixei mais ninguém entrar.estou à espera.
anda, entra!
porque não entras? não pediste que te reservasse um lugar?
então porque nao estás ca dentro ainda?
o espaço continua aqui...vazio, por preencher...destinei-o a ti. tu pediste!
e agora não entras? porquê?
encontraste vaga num outro coração?
mas e o meu?
eu guardei-te o lugar...

quinta-feira, 10 de maio de 2007



a agua caia na banheira, e saia pela torneira, fugindo.
os dias tinham passado, as palavras tinham-se esgotado...e com elas os sonhos.

os segredos que tinham inventado, as conversas que nao poderiam ter sido ouvidas por mais ninguem... o segredo que nao era segredo, era mito.
alguem que nao sabia amar tinha-os levado...e às palavras, e ao sonho!
palavras que nao podiam amar. nao tinham chegado.

doiam essas palavras. doia a falta dessas palavras.

a agua continuava a correr. os segredos a desvanecer. escapavam-se por entre as paredes, por entre as fendas do coração. essas fendas tao vulgarmente abertas e tao dificilmente remendadas.

mudar de casa, mudar de objectivo... não mudou o segredo [passou].não fugiu o amor [ficou].
construir o livro, construir as palavras...ficou o mito.
desperdicio de palavras, desperdicio de sentimentos, desperdicio de segredo. desperdicio.

a agua ultrapassava já a banheira.as palavras, no chão, iam-se afogando.não podiam amar essas.não podiam. iam-se afogando. e o lápis que as escrevia.
e o segredo?devia afogar-se?

o corpo, na banheira, deixava cair a cabeça. devia afogar-se o segredo?
a água cobria lentamente cada pedaço do seu rosto. devia?
debaixo de água, o pedido sufocado de quem que não podia amar. não podia?

o pedido afogou, a alma afogou, o segredo afogou!

terça-feira, 1 de maio de 2007

São bolas amarelas.
Galgantes e transponentes.
Sabem [a] algo.

Conjecturam. E profetizam. Erram.
Vêm desse lugar tão inefável e inebriante,
desenhado de maravilhoso e de sensação...
Esse cuja morada só eu sei.


Saltam em mim, sem propósito ou direcção.

Não passam de sumptuosas bolas amarelas.
Desordenadas, desgrenhadas. Petulantes, extasiantes!

Sem vontade reconhecida. Contusões de vida esmorecida.
Durante quanto tempo [des]esperei? Espavorecida, demorada a mim mesma.
Agarrei-me a não sei bem o quê.
E desse não sei o quê dinamaram as minhas bolas amarelas.

segunda-feira, 30 de abril de 2007

Resposta a Iogurte de Côco *.*

luz? queres luz?
eu posso dar-te um bocadinho da que me resta...não é muita, e por vezes perco-a não sei bem onde...mas é luz, e de vez em quando brilha, de levezinho, de mansinho....mas brilha!

luz? pedes luz?
ou anuncias apenas que não a tens? seja como for, posso tentar dar-te parte da minha luz...não ta dou toda porque senão ficava sem nenhuma e preciso de alguma para ver as outras luzes que brilham (outras luzes...tu...outra luz que brilha...tu!)

luz? dizes luz?
ou pedes antes um espelho?não é isso mesmo? dar-te luz ou dar-te um espelho é o mesmo... o que difere é a tua forma de vê-los...

luz?toma luz!
toma-te!agarra-te!sente-te!vive-te!

luz?está ali...já vês?

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quanto à escuridão... pensa só na luz! =)

sábado, 28 de abril de 2007

Fazes pinturas de guerra,
que eu não sei apagar.
Pintas o Sol da cor da Terra,
e a Lua da cor do Mar.


[...]


Fazes pinturas de sonhos,
pintas o Sol na minha mao.
És mistura de vento e lama,
entre os luares perdidos no chão."


[...]


Faço pinturas de guerra,
que eu nao sei apagar.
E pinto a Lua da cor da Terra,
e o Sol da cor do Mar.


[...]


Faço pinturas de sonhos,
e pinto a Lua na tua mao.
Misturo o vento e a lama,
piso os luares perdidos no chão.





Mafalda veiga e Jorge Palma - Tatuagens



( Se ao menos passassem de sonhos...)

segunda-feira, 23 de abril de 2007

TRUP'EÇA-NTED ESEQ

saudade...
saudade antecipada
saudade melancólica
saudade que fez correr rios que há muito haviam esgotado.

compreendi.tarde,mas compreendi!
e, contudo, sei que ainda não entranhei tudo
ah...como é assustadoramente belo!

a música mais poderosa
as palavras mais bonitas...mais tristes!
tão pouco...mas tanto!
ficarão frases, sorrisos, toques
e sobretudo olhares
simples e fortificantes apertos
ficará a memória
pelo menos isso...a lembrança do que já pareceu amargo e agora sabe a doce!

doentio!aterrador..."fabuloso" como alguém disse!
sim.ficará.
humanos!transcendentes e abstractos !elevados em ser!
perigoso?sim!o limite do perigo!o limite da alma!não quero alcança-lo.e contudo parece inevitável.
ficam palavras, corações...ficam almas!
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...ontem compreendi.ontem, Domingo, dia 21 de Abril de 2007,última apresentação da peça "Circuspeare", dos TRUP'EÇA, ao público, compreendi. Vi o que só vocês podem também ver. E agora que vi...PUM! Vai-se...
Obrigado por tudo o que me deram, foram a serão. [Eu sei que o texto tá mauzito mas enfim..é o que sinto.que não sei bem o que é... =)]


beijo em vocês todos pessoas especiais'

quinta-feira, 19 de abril de 2007




-vês?-disse ele.
-o quê?
-luz!olha a luz!
-que luz?
-aquela!ali!
-aquilo é luz?não pode ser.... procurei tantas vezes e aquilo nunca me pareceu luz.
-mas eu digo-te que é.já te vejo mais iluminada.
-são as tuas palavras que me iluminam.não aquilo que afirmas ser luz.
-as minhas palavras são aquela luz.
-são?
-são.
-então aquela luz sempre é luz.e contudo nem sei ao certo quem és.
-também não sei...só sei que brilho em ti.
-não sabes?como?
-da mesma forma que tu também não sabes.
-quem te disse que não sei?
-tu.dizes-me sempre.a mim e a todos.basta olhar-te.talvez não tenhas é dito a ti própria.
-talvez seja isso...mas agora já sei que não sei quem sou...que paradoxo estranho.
-não é não...raros são os que sabem quem são.
-muitos são os que afirmam saber.
-muitos são os que fingem saber...na realidade, ninguém sabe.já vês a luz?
-sim...muito débil, mas visível...parece bonita!
-é linda!
-mostra-me mais!quero ver...


e ele mostrou. teceu cada fracção de luz para ela...fez os seus olhos brilharem ainda mais...desta vez de expectativa, e não de temor. costurou-lhe cada palavra luzente, viva...ela própria já se sentia... e quando finalmente a luz parecia estar perto, grande,gigante...

afinal não era luz...não!oh não!não era de todo luz.era imagem falsa,fraca!feia...falsas palavras, falsas sensações...luz? ...a que mostrava a falta de força da sentença...e que sentença essa...a voz que antes lhe falava emudeceu...e ele começou, lentamente, a desvanecer-se em sonhos acordados.
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-vês?-disse ele...

sábado, 14 de abril de 2007

"I still got sand in my shoes"
[and i can´t shake the thought of ...]
Sobretudo presenciado!

deep breath and here it goes again

A mão sobre a mão.
A mão sobre o corpo.
A mão sobre a alma!

A mente que mente
[Falta de] Consciência...
O tempo engana sem sequer preocupar-se em dizer olá...

Não mais.
Não menos.
Não nada.

Não há nada.
Apenas um toque.
Ou nem isso...

Não há nada do outro lado.
Há deste!
Do outro não...

Ou talvez não haja deste sequer.
Quer este que haja?
Este quê ?

O meu lado?
O lado de outrém?
É sequer um lado?

Atraso de um toque,
que por isso já não é mágico,
que por isso se esquiva a um outro.
Sobretudo presenciado!

Toque...toques...
Que importa se foi mais que um?
A falta de sentimento neles foi a mesma...

Revelar meu lado secreto
nestas palavras enrodilhadas
como se de fios de lã se tratasse...
Não quero mais que escreve-las...e saber lê-las.

Toque?

A mão sobre a mão?
A mão sobre o corpo?
Não...a mão sobre a alma.

deep breath and here it goes

Ser-te quem sou
Não
Ser-te quem queres que seja
E que não sou...ou serei?

Já não sou quem quiseste que fosse
Já nem me sou nem a mim

Ser-me quem sou.
Contar-me.
Mil histórias de embalar
Mil histórias de [des]encantar
Mil memórias, mil canções
Sim...ser-me quem sou!
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Cantar sem melodia.
Hoje todas as melodias são vazias.

O piano não toca, não consigo pintar um quadro mágico.
A não ser aquele que rabisco naquilo a que chamaram mente [e eu minto]
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Fúria? Dragão?
Nem para ser dragão a alma cresce.
Contesto, protesto...revolução anti-não sei o quê!
E de resto?
Fica a manifestação ditatorial auto-censuradora.
E de resto?
Tem razão o ditado...arde sem se ver...mas queima.
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Riso tresloucado..a metáfora mais acertada
Que se deitou no lado errado, que talvez nem seja um lado
Ou talvez apenas dita à pessoa errada.
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Amor? Qual amor?
Ver? Não há nada para ver.
Nada para amar.
Nada para sentir...
Talvez mesmo nada para ser.
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E dizia Gepeto que iría consertar a marioneta...

quarta-feira, 11 de abril de 2007

Sweet dreams are only dreams!
Nothing more!
Nothing less!

domingo, 8 de abril de 2007

Natureza em França

Paris








































Estrasburgo





















"Doa a quem doer!"
Doeu-me a mim.
De volta do mundo das [des]ilusões (França).

domingo, 25 de março de 2007

Desgata o tempo a menina...desgata o tempo!
E foge dele.
Esconde a alma de si própria
com medo de se sujar.
É tudo tão grande...tudo tão gigante!
Abraçar o momento? Qual momento?
Momento?
Qual momento?
Perfeito?

Momento de aquilatar-me?
Momento de mutilar-me?
Ou simplesmente momento de viver a preto e branco?

quinta-feira, 22 de março de 2007




Parar!
No tempo, no lugar, na minha concepção fantasiada, inventiva, de realidade ideal, que não passa de uma obtusa forma de mentir a mim mesma, de me fazer acreditar...

Parar!

De sentir,de saber...de querer saber. [Re]parar em mim. Parar para procurar-me onde me acho perdida. Chamar por mim. E ouço a minha voz. Só não a sigo. Ecoa... Não a sigo. Vou por onde não sei ou não devia ir...perco-me mais um pouquinho. Só mais um pouquinho... Afinal sonhar faz-me esquecer-me de que me perdi.

"Mas faz também esqueceres-te de te procurares"- ouço a minha voz. Mas não a sigo. Passo ao lado. Ando por onde não sei andar. Perco-me por onde não me sei perder. Falo o que não sei falar. Falo?


Parar.
Parar? Parei?